Doentes cegos a reconhecer rostos é o próximo objetivo dos vencedores do Prémio Champalimaud 2026
Os dois investigadores, que contribuíram já para que alguns destes pacientes conseguissem identificar objetos, sublinham o papel crescente da medicina de precisão que possibilita a adaptação do tratamento a cada pessoa e à fase de evolução de cada doença. Botond Roska e José-Alain Sahel defendem ainda que, no atual contexto internacional, a ciência permite reduzir a incerteza e construir a “próxima geração de conhecimento”.
