Depository of News

Eleições na Suécia: projeções indicam vitória apertada da oposição de centro-esquerda

newsdepo.com · world

<img src="https://s2-g1.glbimg.com/_Ag3UrENctPAgf9_Ab075HR0qD0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/f/kcpQIORZCCUYNYzlAn6Q/ap26256322469578.jpg" /><br /> Um envelope de votação é depositado em uma urna em uma seção eleitoral na Prefeitura de Malmö, na Suécia, neste domingo (13). Johan Nilsson/TT News Agency via AP A oposição de centro-esquerda na Suécia, liderada pela ex-primeira-ministra Magdalena Andersson e seu Partido Social-Democrata, caminha para vencer as eleições gerais deste domingo (13), segundo pesquisas de boca de urna. Os levantamentos também sugerem uma perda de força da extrema direita após uma disputa apertada. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A coalizão de quatro partidos da esquerda obteve 51,3% dos votos em uma pesquisa divulgada pela emissora pública SVT, contra 46,8% do bloco de direita. Outro levantamento, da TV4, apontou resultado semelhante: 51,3% para a esquerda e 47% para a direita. A principal surpresa é o desempenho dos Democratas da Suécia (SD), partido de extrema direita. A legenda pode registrar sua primeira queda desde que entrou no Parlamento, em 2010, e deixar de ser a segunda maior força política do país. Agora no g1 "Claro que é um pouco decepcionante deixar de ser o segundo maior partido nessas pesquisas. Mas ainda não terminou, isso ainda pode mudar. Nas últimas eleições, houve mudanças mais tarde durante a noite", declarou à AFP uma deputada do SD, Julia Kronlid. As estimativas, ainda preliminares, foram recebidas com gritos de comemoração na sede eleitoral da candidata social-democrata Magdalena Andersson. O retorno de 'Magda' Durante meses, as pesquisas apontaram vantagem confortável para a oposição de centro-esquerda, liderada pela ex-primeira-ministra Magdalena Andersson e seu Partido Social-Democrata. Nos últimos dias de campanha, porém, a diferença diminuiu até chegar a um empate técnico. Aos 59 anos, Andersson, conhecida como "Magda" na Suécia, tenta voltar ao comando do governo após deixar o cargo em 2022. Do outro lado, o atual primeiro-ministro, Ulf Kristersson, de direita, passou a acreditar na possibilidade de conquistar um novo mandato. Aos 62 anos, Kristersson busca mais quatro anos no poder para "tornar a Suécia grande novamente", afirmou à AFP, em referência ao slogan popularizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Magdalena Andersson, aplaude enquanto aguarda, ao lado de apoiadores, os primeiros resultados das eleições gerais no centro de convenções Waterfront, em Estocolmo, Suécia, neste domingo (13). Reuters Os social-democratas, que governaram a Suécia durante boa parte do século XX e seguem como a principal força política do país, prometeram reforçar o Estado de bem-estar social e ajudar as famílias a enfrentar o aumento do custo de vida. Já o líder da extrema direita, Jimmie Åkesson, transformou nas últimas duas décadas os Democratas da Suécia, partido de origem neonazista, em uma das principais forças políticas do país. No sábado (12), durante o último comício de campanha em Estocolmo, ele afirmou considerar a disputa eleitoral "já vencida". "A Suécia está se tornando mais segura, melhor e mais sueca", afirmou, cercado por bandeiras azuis e amarelas com a mensagem "Faça a Suécia voltar a ser a Suécia". Em uma publicação no Instagram, a ativista climática sueca Greta Thunberg pediu aos eleitores que impedissem a formação de uma aliança de governo entre a direita e a extrema direita. "Nenhum fascista em nosso governo. Justiça climática já!", escreveu. Cerca de 8 milhões de pessoas estavam aptas a votar na eleição em um país de 10,6 milhões de habitantes, onde a participação eleitoral costuma superar 80%. * Com informações da AFP

Read full article →