Funcionária acusa vereador de assédio sexual e moral em São Luiz; Polícia Civil abre investigação
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/JwSquUaEm2_ShbiO_AO40zX949g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/j/R/OYlun5QU2Aa2BzB281bg/vereador-.jpg" /><br /> Vereador Roberto da Rocha Silva, conhecido como Roberto Curió (PP), de São Luiz Reprodução Uma funcionária de 22 anos da Câmara Municipal de São Luiz, no Sul de Roraima, acusou o vereador Roberto da Rocha Silva, conhecido como Roberto Curió (PP), que é chefe dela, de assédio sexual e moral. Ela relatou os episódios à Polícia Militar, que registrou um boletim de ocorrência nesta quinta-feira (10). A Polícia Civil abriu investigação. Procurado, o vereador disse ser vítima de calúnia motivada por vingança pela funcionária. Segundo ele, a denúncia dela surgiu após ele mandar demiti-la por baixo desempenho e faltas injustificadas ao trabalho. "Tenho consciência limpa. Não sou homem de tá tomando gosto com ninguém. Brinco com todas as pessoas, gosto de brincar, mas com respeito", afirmou. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp No BO, a funcionária relatou que os episódios de assédio ocorreram de forma reiterada. Segundo ela, nos últimos dias, a situação se intensificou quando o vereador a chamou de "puta", "corna" e fez comentários de teor sexual e constrangedor. A Polícia Civil informou que iniciou a investigação sobre o caso. Afirmou ainda que "estão sendo adotadas as providências necessárias para a apuração dos fatos". Agora no g1 Procurada, a Câmara de Vereadores não enviou resposta até a última atualização da reportagem. O g1 também contatou a funcionária para saber se ela registrou o caso em alguma outra instituição, mas ela não respondeu as mensagens. Além disso, a jovem disse ainda que o vereador teria dito para que ela "chupasse o dedo dele" e a chamou de "safada", afirmando "que ela sairia ficando com pessoas na cidade em troca de dinheiro". Após o receber o relato da funcionária, a PM listou no BO os crimes de assédio sexual, difamação e injúria cometida na presença de várias pessoas ou por meio que facilite a divulgação. Diante da situação, a funcionária afirmou que isso têm causado sofrimento emocional e crises de ansiedade. Segundo ela, faz uso de medicamentos prescritos durante acompanhamento psicológico. Roberto Curió é vereador desde outubro de 2025, há 11 meses. Ele assumiu o cargo porque outro parlamentar foi cassado por compra de votos nas eleições municipais de 2024. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
