Mensagens sobre rotina escolar levam Justiça a proteger filha de 2 anos do prefeito de Parnaíba
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/crJlUD2_T2uXCTBCl4zG09IIzho=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/e/Y/EFHMD0Qha38pa8GG6v3g/edicao-imagens-g1-66-.png" /><br /> Justiça determina medidas para proteger filha de 2 anos de prefeito de Parnaíba Reprodução Mensagens com informações sobre a rotina escolar da filha de 2 anos do prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel (Progressistas), motivaram a decisão da Justiça do Piauí que determinou medidas de proteção para a criança. Conforme o documento, três pessoas trocaram dados sobre a matrícula, a frequência escolar, os horários de entrada e saída e os locais onde a menina permanecia na escola, além de compartilharem "conteúdo depreciativo". ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp As informações foram apresentadas pelos pais da criança à Justiça. Para embasar o pedido de tutela provisória, eles anexaram capturas de tela das mensagens e outros documentos. A decisão foi concedida na quinta-feira (10). Ao g1, o advogado da família, Mickael Brito, informou que uma denúncia também foi registrada na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e aos Grupos Vulneráveis de Parnaíba. O caso será investigado pela Polícia Civil. Agora no g1 Veja as medidas determinadas pela Justiça A Justiça determinou que as três pessoas citadas na decisão não monitorem nem acompanhem a criança, seja presencialmente, seja por meios digitais. Elas também estão proibidas de ir à escola ou a qualquer outro local frequentado pela criança. Além disso, não podem obter informações sobre a menina por meio de terceiros. Escola deve limitar acesso a informações A Justiça também enviou um ofício à direção da escola da criança. O documento orienta funcionários, colaboradores e prestadores de serviço a não repassarem informações sobre a rotina da menina. A restrição inclui informações sobre as pessoas autorizadas a buscar a criança, bem como detalhes sobre seus trajetos e deslocamentos. A decisão ainda pode ser contestada por meio de recurso. As medidas impostas aos envolvidos também podem ser revistas pela Justiça. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
