Petróleo dispara, fecha a US$ 107 e atinge maior nível desde maio
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/zsmfODQH5bmwVuFzpBJBlU2RTMY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/y/U/IueoH0RuiQRx5MJuKhcw/2026-08-17t134126z-1571278001-rc2c0naakvh3-rtrmadp-3-iran-crisis-oman-hormuz.jpg" /><br /> Embarcações perto de Ormuz. Reuters O petróleo disparou novamente nesta quinta-feira (10) em meio à escalada da guerra no Oriente Médio. O barril do Brent, referência internacional, subiu 6,3% e fechou a US$ 107,63, após superar os US$ 108 durante o pregão — o maior nível desde maio. A cotação tem subido rapidamente desde o início de julho, quando o Brent era negociado por menos de US$ 72. De lá para cá, a alta já passa de 49%, com os temores de que a guerra continue prejudicando o fluxo global de petróleo pelo Oriente Médio. 🔎 O conflito reduz o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte da commodity no mundo. O temor de uma menor oferta no mercado aumenta a pressão sobre os preços. A alta preocupa o governo do presidente Donald Trump. O petróleo mais caro pressiona a inflação e os juros nos Estados Unidos, ao elevar os custos dos combustíveis e de outros produtos transportados até as lojas. Na quarta-feira, o republicano chegou a afirmar que os preços do petróleo provavelmente não vão cair até depois das eleições legislativas de meio de mandato nos EUA, em novembro. Agora no g1 * Reportagem em atualização
