Cesta básica de Natal cai e é a 2ª mais barata do país, diz Dieese
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/bxCNTMPSmCJ_sU0uEyMfmH4t2EA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/M/d/Finzd2Shaooup26tKBSA/captura-de-tela-2026-09-10-as-11.26.38.png" /><br /> Cesta básica Divulgação / Governo do RN O preço da cesta básica de alimentos caiu 0,65% em Natal entre julho e agosto de 2026, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O conjunto de produtos básicos custou R$ 627,42 na capital potiguar. Com esse valor, Natal teve a segunda cesta básica mais barata entre as 27 capitais pesquisadas. A pesquisa apontou redução no preço da cesta em 25 capitais no período. As maiores quedas foram registradas em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%) e Boa Vista (-4,47%). 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Apesar da queda em agosto, o preço da cesta básica em Natal acumula alta de 5,07% em 2026. Na comparação com agosto de 2025, houve aumento de 0,87%. O que ficou mais barato em Natal Dos 12 produtos que compõem a cesta básica, oito tiveram redução no preço médio entre julho e agosto. A maior queda foi registrada na banana, que recuou 7,13%. Também ficaram mais baratos o açúcar cristal (-2,75%), arroz agulhinha (-1,31%), café em pó (-1,01%), pão francês (-0,85%), feijão carioca (-0,41%), carne bovina de primeira (-0,25%) e tomate (-0,21%). Por outro lado, quatro produtos tiveram aumento: leite integral (3,98%), óleo de soja (1,89%), farinha de mandioca (0,74%) e manteiga (0,35%). De acordo com o levantamento, o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas em agosto deveria ter sido de R$ 7.565,86. O valor corresponde a 4,67 vezes o salário mínimo de R$ 1.621. Pesquisa A parceria entre Dieese e Conab foi firmada em 2024 para ampliar o acompanhamento dos preços dos alimentos básicos e contribuir para as políticas de segurança alimentar e abastecimento. Com a parceria, a coleta de preços foi ampliada de 17 para 27 capitais brasileiras. Os resultados da pesquisa nas 27 capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025. Agora no g1
