‘STF no centro de um escândalo de corrupção repugnante e cada vez maior’, diz The Economist
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/SS7TJHT77iNJ86D5GxsSIKXHdNI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/y/Z/eREySaQzKCc2JNNaB3CQ/the-economist.png" /><br /> A revista britânica The Economist publicou um editorial acerca da crise do Supremo Tribunal Federal entitulado "Quando os defensores da democracia lhe viram as costas" Reprodução: The Economist A revista britânica The Economist afirmou que o Supremo Tribunal Federal se tornou um dos maiores perigos à democracia do Brasil após salvá-la durante o julgamento da trama golpista. Segundo a publicação, a crise institucional tem como centro as decisões de Alexandre de Moraes durante os julgamentos do 8 de Janeiro, seu envolvimento com o Caso Master e a disputa a céu aberto com o também ministro André Mendonça. “Agora, com a eleição geral se aproximando, em 4 de outubro, os defensores da democracia se tornaram uma ameaça. O Supremo Tribunal Federal está no centro de um escândalo de corrupção repugnante e cada vez maior. No meio dele está o ministro que supervisionou o processo contra Bolsonaro, Alexandre de Moraes”, diz a publicação. A revista descreve a crise no Supremo como uma disfunção institucional que está minando a confiança nas instituições do País, e aponta para seu desgaste diante das eleições de outubro. “Os erros processuais de Mendonça e as tentativas descaradas de Moraes de se proteger também poderiam fornecer justificativa jurídica para encerrar toda a investigação sobre o Banco Master”.
