Ipatinga tem três áreas com alto índice de infestação pelo Aedes, aponta LIRAa
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/rXluzpFbtlmZWKUQpPJJS8BpLEs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/3/M/yoBWdgQ3AfBpHD68dvCg/imagens-para-materia-2-.jpg" /><br /> Ipatinga tem três áreas com alto índice de infestação pelo Aedes, aponta LIRAa eeuforiee / iNaturalist Ipatinga registrou índice de infestação predial de 2,9% pelo Aedes aegypti no 3º Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti e Aedes albopictus (LIRAa) de 2026. O resultado foi divulgado nessa terça-feira (8) e é considerado médio, mas três áreas do município apresentaram índices classificados como altos: os estratos 06, 07 e 08. O levantamento foi realizado entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro e passou por 4.848 imóveis, número acima dos 4.736 inicialmente previstos. Para a realização do trabalho, foram mobilizados 117 servidores, entre agentes de campo, supervisores, coordenadores e um técnico. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Áreas com maior infestação O maior índice de infestação pelo Aedes aegypti foi registrado no estrato 06, que reúne os bairros Bom Jardim, Ferroviários, Horto, Industrial e Usipa. Nessa região, o índice chegou a 5,6%. Em seguida aparece o estrato 07, formado pelos bairros Limoeiro, Chácara Madalena, Córrego Novo, Barra Alegre e Chácara Oliveira, com índice de 4,1%. Já o estrato 08, que compreende o bairro Vila Celeste, registrou 4%. Os três territórios foram classificados como áreas de alto índice de infestação. Os demais estratos apresentaram índices baixos ou médios. Para o Aedes albopictus, o índice geral registrado em Ipatinga foi de 0,5%, considerado baixo. Agora no g1 Recipientes com água concentram a maioria dos focos O LIRAa também identificou os principais tipos de criadouros encontrados pelos agentes durante as visitas aos imóveis. Os chamados depósitos móveis, como recipientes que podem acumular água, concentraram 42,3% dos focos encontrados. Em seguida aparecem os depósitos de lixo, com 17,9%, e os depósitos ao nível do solo, com 15,4%. Pneus e outros materiais rodantes removíveis representaram 10,9% dos focos, enquanto os depósitos fixos responderam por 9%. Os dados são utilizados pela Secretaria Municipal de Saúde para definir as ações de vigilância e combate ao mosquito, com prioridade para as áreas que apresentam os maiores índices de infestação e os locais onde foram encontrados mais criadouros. A Prefeitura orienta os moradores a eliminar recipientes que possam acumular água, manter caixas-d'água tampadas e verificar regularmente calhas, vasos de plantas, quintais e outros pontos que possam servir de criadouro para o mosquito. LEIA TAMBÉM: Filho mata o pai com pedaço de madeira para proteger mãe e irmãos de agressão em Braúnas Justiça Federal manda suspender atividades da maior produtora de lítio do país em MG Vereador morre após ser encontrado preso sob carro entre Franciscópolis e Malacacheta Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.
