Apoiadora do PSOL denuncia abordagem violenta da PM durante panfletagem em saída de metrô em SP
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/O5ubNeLrhCW5g_aYhFQtqZRqXvg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/B/AgYWRxQUAHaVTShTvUqA/fotojet-2026-09-09t094335.716.jpg" /><br /> Mulher denuncia abordagem violenta da PM durante panfletagem em saída de metrô Uma apoiadora do PSOL denunciou uma abordagem violenta da Polícia Militar durante uma panfletagem na saída da estação Vila Sônia, na Zona Sul de São Paulo, na tarde de terça-feira (8). Segundo a denúncia, a mulher estava em uma bancada com materiais de campanha da Bancada Feminista e do candidato Guilherme Cortez quando policiais se aproximaram. Ela afirma que foi cercada por agentes, imobilizada no chão e algemada. Um vídeo gravado por uma testemunha mostra a mulher imobilizada com o rosto no chão. Ao menos três policiais a seguram, enquanto outros quatro agentes a cercam (veja acima). Os materiais de campanha dos candidatos também foram apreendidos. No boletim de ocorrência, a mulher afirma que desconhece o motivo da abordagem e diz acreditar ter sido vítima de transfobia. Em depoimento, duas policiais que participaram da ocorrência disseram que estavam em patrulhamento pela Operação Delegada, cuja função inclui a fiscalização de ambulantes e do comércio ilegal. Mulher que fazia panfletagem em saída de metrô denuncia abordagem truculenta da polícia. Montagem/g1/Reprodução Segundo as policiais, elas pediram “educadamente” que a mulher movesse a bancada para um canto, para não obstruir a passagem e o fluxo de pedestres na estação. Ainda de acordo com o relato das agentes, a mulher se recusou a atender ao pedido e a informar sua identidade. As policiais afirmaram ainda que a mulher resistiu à abordagem e que, por isso, foi necessário “o uso moderado de força e de algemas”. A mulher foi então conduzida ao 89º Distrito Policial, onde o caso foi registrado como desobediência. Na sequência, ela foi liberada. Procurada, a Secretaria da Segurança Pública não se manifestou até a última atualização da reportagem.
