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Beatriz Milhazes assina pintura de espaço que liga dois edifícios do complexo do Masp

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<img src="https://s2-g1.glbimg.com/WHh4qPtz5HQVXAR7fdpgcOGV1_s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/C/u/oHvouFT5mTZ26x5ULzvg/globo-canal-4-20260908-2000-frame-186263.jpeg" /><br /> Masp ganha novo espaço na sexta-feira (11) Um dos pontos turísticos mais conhecidos de São Paulo vai ganhar um novo espaço na sexta-feira (11). Não é bem um túnel. É mais uma avenida. “A ideia central do desenho foi em cima do desfile, como o das escolas de samba. Então, que você passa por diferentes alas, conectando e comunicando com a outra e criando uma harmonia geral”, explica a artista plástica Beatriz Milhazes. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Beatriz Milhazes assina pintura de espaço que liga dois edifícios do complexo do Masp Jornal Nacional/ Reprodução Esse carnaval silencioso tem 33 cores diferentes e cerca de 55 m de extensão. Quem assina a pintura é Beatriz Milhazes, um dos principais nomes da arte contemporânea mundial. O nome da obra, aliás, é Pietrolina. Uma referência ao casal fundador e alma criativa por trás da identidade visual e arquitetônica do Masp. Ela vai ligar os dois edifícios do complexo do museu: o prédio histórico, Lina Bo Bardi, e o Pietro Maria Bardi - inaugurado em março de 2025. “Tem alguns museus no mundo que têm esse tipo de passagens subterrâneas e exploram justamente com trabalhos de artistas que você vai atravessando e a obra vai se transformando”, diz Adriano Pedrosa, diretor artístico Masp. A escavação do subsolo de uma das avenidas mais movimentadas do país levou em conta diversos estudos para minimizar o impacto na região e trouxe o conceito de construção invertida. “Primeiro, fazer o teto do túnel e depois escavar por baixo desse teto. Com essa técnica de escavação invertida, a gente conseguiu interditar parcialmente a calçada, mas nunca interrompeu o fluxo de pedestres”, conta Miriam Elwing, gerente de Projetos e Arquitetura do Masp. Beatriz Milhazes assina pintura de espaço que liga dois edifícios do complexo do Masp Jornal Nacional/ Reprodução Além das paredes cheias de arte, existe um outro detalhe do projeto que convida o público a olhar para cima. Uma espécie de um diálogo entre os visitantes do MASP e o mundo lá fora. São as claraboias ao longo do percurso. Dá até para ver o pessoal passando pela calçada da Avenida Paulista. É quase um lembrete sobre a importância da gente diminuir o passo de vez em quando. "Aqui você terá a possibilidade de imergir em uma situação que vai tirar o espectador dessa vivência tão dura e trazer um pouco de poesia, de beleza, de alegria. Ou seja, estamos falando sobre a vida", afirma Beatriz Milhazes. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Casa Roberto Marinho, no Rio, recebe exposição de Beatriz Milhazes

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