Campanha incentiva adoção de cães resgatados no Amapá
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/e7BCyE_zTo_odPKjDdn6NuNoUHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/B/Q/QS5BQQRcWKERQffCBsHQ/aleixo-g1-2-.jpg" /><br /> Campanha incentiva adoção de cães pretos e mesclados em Macapá Pessoas interessadas em adotar um cachorrinho no Amapá podem conhecer os animais resgatados pelo Instituto Anjos Protetores, na campanha “Setembro dos Pretinhos e Mesclados”. A ação busca incentivar a adoção e o apadrinhamento dos cães. O instituto abriga cerca de 30 animais, a maioria resgatada de situações de abandono, abuso ou maus-tratos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Jade e Chorão são alguns dos cães disponíveis para adoção. Jade é uma cachorrinha mesclada de porte médio, considerada muito sociável pelo instituto. Já o Chorão faz jus ao nome: é um macho pretinho de porte médio, carente e amoroso. Os interessados podem visitar o abrigo para conhecer os animais e entender a personalidade de cada cão. Segundo a voluntária Gabriela Pereira, a idade e a cor da pelagem tornam a adoção mais difícil. “Nós temos dificuldades de adoção dos cães adultos de porte médio e grande. Ainda mais quando são pretos ou mesclados, já que as pessoas preferem mais novos e branquinhos. Aqui temos animais de todos os perfis de família, alguns são medrosos e outros ativos. Aí tem os tranquilos ou agitados”, disse. Pessoas sem condições de adotar também podem optar pelo apadrinhamento. A iniciativa funciona com uma contribuição mensal e permite acompanhar a rotina pelas redes sociais. O instituto envia atualizações sobre os animais e abre espaço para visitas, passeios e brincadeiras. LEIA MAIS: Seca e assoreamento isolam comunidades no Bailique: 'se tornou um deserto', diz morador Cachorrinha Jade está para adoção na campanha "Setembro dos Pretinhos e Mesclados", em Macapá Reprodução/Instituto Anjos Protetores Adoção responsável e período de adaptação A médica veterinária Juliana Leal alerta que cães que sofreram maus-tratos podem levar mais tempo para confiar nas pessoas. “É muito comum que os animais que passaram por experiências traumáticas sejam mais retraídos, se escondam e não aceitem tanto carinho. Mas isso não significa que a adoção não deu certo ou que não gostou da família. Isso significa que ele ainda está aprendendo a confiar. É um processo que vai de cada animal, pode demorar dias, semanas e até meses”, explicou. De acordo com Juliana, cada animal pode ter necessidades físicas, comportamentais ou emocionais diferentes. Por isso, a família precisa considerar esses fatores antes de assumir a responsabilidade de adotar. Veja dicas práticas para conquistar a confiança do animal: Respeite o espaço: Não force carinho nos primeiros dias. Deixe o cão se aproximar no tempo dele. Crie rotina: Mantenha horários fixos para alimentação, descanso e passeios para redução da ansiedade. Mantenha a calma: Fale em tom suave. Evite movimentos bruscos e sons altos. Use recompensas: Ofereça petiscos para associação da presença humana a momentos positivos. Elimine punições: Nunca use castigos físicos ou gritos. Punições destroem a confiança do cão. VÍDEOS com as notícias do Amapá: d
