Autorregulação do consignado já aplicou mais de 2,2 mil punições por abusos contra aposentados, diz Febraban
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/9lPQGutbmpsMYYAvd7eHZnCiqiY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/3/2/OVvbe5TBytohJfM7DE3g/globo-canal-5-20250523-1800-frame-309507.jpeg" /><br /> Mais de 2,2 mil punições já foram aplicadas a correspondentes bancários e agentes de crédito por práticas abusivas na oferta de consignado a aposentados e pensionistas, segundo levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC) divulgado nesta terça-feira (8). As fiscalizações levaram ao impedimento de 132 empresas que atuavam em nome dos bancos autorregulados e na suspensão temporária de 17 pessoas que trabalham para agentes de crédito, de acordo com o balanço da Autorregulação do Consignado. Agora no g1 Segundo as entidades, as operações envolvem todos os produtos relacionados ao crédito consignado e incluem aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), servidores públicos (federal, estadual e municipal) e trabalhadores do setor privado com carteira assinada: Empréstimo Consignado: tradicional, com desconto direto no salário ou benefício; Cartão de Crédito Consignado: incluindo novas regras para a reserva de margem (RMC); Cartão Benefício Consignado: regras aplicadas às modalidades de pagamento consignado. Para fazer as fiscalizações, as entidades utilizam diversas fontes de informação que refletem as reclamações dos consumidores. Além das sanções aplicadas a correspondentes, as infrações às regras também sujeitam as instituições financeiras a multas que variam de R$ 45 mil a R$ 1 milhão. Os valores arrecadados são destinados a projetos de educação financeira. Aposentados e pensionistas passam a usar biometria para contratar empréstimo consignado Reprodução/TV Globo Plataforma Não Me Perturbe A plataforma Não Me Perturbe somou, nos primeiros sete meses deste ano, mais de 6 milhões de solicitações de bloqueio de números de telefone para o recebimento de ligações com ofertas indesejadas de crédito consignado. A maioria dos pedidos de bloqueio de telefone partiu de consumidores de cidades da região Sudeste (53,86%). A região Sul responde por 18,42% do total de pedidos, seguida pelo Nordeste (14,74%). Centro-Oeste e Norte respondem por 9,24% e 3,73% dos pedidos, respectivamente. São Paulo lidera as queixas do país, com 2.009.285 pedidos de bloqueio, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro.
