VÍDEO: Mãe e filha dançam juntas em hospital para comemorar avanço de tratamento e momento emocionante é flagrado por médica e viraliza
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/kH2O3APOILcSgq-vCCUKDxivCiM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/p/2/BfJRNLQZOBY2OvY7GHWw/documento.png" /><br /> Mãe e filha dançam juntas em hospital para comemorar avanço de tratamento A silhueta de duas mulheres dançando através da janela do Hospital da Criança Santo Antônio, na Santa Casa de Porto Alegre, transformou uma cena de internação em um vídeo viral emocionante nas redes sociais. As imagens mostram uma mãe e uma filha que, em meio ao tratamento de uma doença rara, comemoravam a recuperação dos movimentos do corpo. A gravação foi feita do prédio em frente. A neuropsicóloga Lidiane Klein aguardava um paciente no consultório quando viu a cena do outro lado da rua. Sem conhecer a história por trás do vidro, ela publicou o registro com uma reflexão: "Não espere que tudo esteja bem para permitir que a vida aconteça". 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A menina do vídeo é Livia Borges, de 14 anos. Ela enfrenta a Síndrome de Guillain-Barré, uma doença autoimune rara em que o sistema imunológico ataca os nervos periféricos, causando fraqueza muscular progressiva. Após a repercussão das imagens, Livia comentou na postagem para explicar o que os passos de dança significavam. "Sou eu no vídeo, num ato de extrema felicidade de poder voltar a andar e ainda mais, poder dançar", afirmou a jovem, destacando que a ação é "uma grande vitória". A parceira de dança no quarto do hospital era a mãe de Livia, Elisiane Marques Lopez. Ela relatou que os passos serviam como um ensaio para a Semana Farroupilha. Elas dançavam a "rancheira", ritmo tradicional gaúcho. "Entre paredes de hospital, desafios e dias difíceis, nós duas encontramos um jeito de continuar dançando", disse Elisiane. Para a autora do vídeo, a imagem ganhou um novo significado após ela entrar em contato com a família e entender o diagnóstico da jovem. "Eu achava que estava registrando simplesmente uma menina dançando. Depois compreendi que aquela dança representava muito mais: representava a possibilidade de voltar a dançar", afirmou a neuropsicóloga Lidiane Klein. Mãe e filha dançam juntas em hospital para comemorar avanço de tratamento Lidiane Klein e Arquivo pessoal Mãe e filha dançam juntas em hospital para comemorar avanço de tratamento Reprodução VÍDEOS: Tudo sobre o RS
