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PF autua Remo, Paysandu e empresa de vigilância por falhas na segurança de jogos no Mangueirão

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<img src="https://s2-g1.glbimg.com/6m7eHQDfTdYTgEpLYHsxxYHXTVg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/8/J/6Gm5hVT8Gvl1iHBdQjJQ/sem-titulo.png" /><br /> PF autua Remo e Paysandu por irregularidades em jogos no Mangueirão PF A Polícia Federal autuou o Clube do Remo e o Paysandu Sport Club, e a empresa de vigilância contratada para atuar nas partidas realizadas no Estádio Mangueirão, em Belém, neste domingo (6) e segunda-feira (7). Segundo a PF, foram identificadas irregularidades nos planos de segurança dos jogos. Nos dois casos, os projetos exigidos para grandes eventos foram apresentados de forma incompleta e fora do prazo estabelecido. Na fiscalização da partida do Remo, a PF também identificou vigilantes sem o curso de extensão exigido para atuação em eventos sociais. No caso do Paysandu, o projeto de segurança não havia sido aprovado justamente por ter sido apresentado de forma incompleta e fora do prazo. Procurados pelo g1, o Papão informou que ainda não havia sido notificado oficialmente até a publicação da reportagem. Já o Remo, ainda não se manifestou sobre o caso. Uma equipe da PF esteve no estádio antes do início da partida e permaneceu no local durante o evento para realizar as fiscalizações. Caso sejam identificadas outras irregularidades, novas autuações poderão ser feitas. ✅ Receba as notícias do g1 Pará direto no WhatsApp Fiscalização A Polícia Federal é responsável pela fiscalização das empresas e dos profissionais que trabalham com segurança privada. Desde setembro de 2024, quando entrou em vigor o novo Estatuto da Segurança Privada, a PF no Pará afirma que tem realizado reuniões, eventos, visitas técnicas e ações de orientação com clubes de futebol, órgãos de segurança e outros envolvidos na organização de grandes eventos. Com a entrada em vigor da Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, as irregularidades identificadas durante as fiscalizações passaram a ser objeto de autuação, sujeita às medidas previstas na regulamentação. Entre as exigências está a comunicação à Polícia Federal, com pelo menos 24 horas de antecedência, sobre eventos que terão segurança privada. A comunicação deve informar, entre outros dados, os vigilantes que serão empregados e o público estimado. Para eventos sociais com público superior a mil pessoas, também é obrigatória a apresentação de um projeto de segurança assinado por um gestor de segurança privada. O documento deve incluir itens como análise de risco e plano de contingência. Profissionais de apoio ou orientadores podem atuar nos eventos, mas não podem exercer funções exclusivas de vigilantes, como a realização de revista pessoal. Agora no g1 Leia todas as notícias do estado no g1 Pará

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