Conheça o G1, robô humanoide de R$ 200 mil que atua como ‘segurança’ no Rock in Rio
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/P18RTo_lP1a8Z86t4KkF-BEzsqE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/b/L/mAOcm7SJOdSIjksssWMA/06robo2-copiar.jpg" /><br /> G1, o robo humanoide, no Rock in Rio Quem passar pela Cidade do Rock pode dar de cara com um “segurança” diferente. O G1Plug, ou simplesmente G1, um robô humanoide que custa cerca de R$ 200 mil, estreou no festival com a missão de patrulhar áreas remotas e auxiliar as equipes de segurança — mas já virou também uma atração entre o público. 🔎 Apesar do nome, o autômato não tem qualquer relação com este portal de notícias. É apenas uma coincidência: os dois são xarás. Pesando 35 quilos e equipado com câmeras e sensores, o robô foi desenvolvido para auxiliar equipes de monitoramento e segurança em locais de difícil acesso ou considerados críticos. Segundo a Pluginbot, empresa responsável pela tecnologia, esta é a primeira vez que um robô humanoide é utilizado em um festival no Brasil. LEIA TAMBÉM: Veja como chegar e o que pode levar para o Rock in Rio 2026 Rock in Rio 2026: veja 5 novidades na Cidade do Rock G1, o robô humanoide, no Rock in Rio Divulgação De acordo com empresa de segurança contratada pelo Rock in Rio, a tecnologia já havia sido empregada na última edição do festival em Lisboa, em junho. “O robô humanoide é preparado com câmeras integradas para que consiga realizar uma vigilância autônoma, entregando informações em tempo real para o Centro de Controle Operacional (CCO) do Rock in Rio”, explica Sérgio Ricardo, diretor comercial da Pluginbot. A proposta, segundo ele, é reduzir a exposição de profissionais a situações de risco e ampliar a capacidade de monitoramento do evento. “Pensando em ambientes críticos, a empresa vem buscando implementar esse tipo de equipamento em áreas onde o risco para o ser humano é mais elevado. O robô vem para auxiliar o trabalho das equipes, fazendo uma pré-análise antes da atuação das pessoas”, afirma. O G1Plug possui articulações motorizadas dos pés aos ombros, o que permite uma ampla variedade de movimentos. Os modelos mais avançados da plataforma contam até mesmo com movimentação individual dos dedos. A autonomia da bateria varia de 2 a 8 horas, dependendo da atividade executada. O equipamento dispõe de duas câmeras e dois sensores que podem ser integrados aos sistemas de monitoramento em tempo real. G1, o robô humanoide, no Rock in Rio Divulgação Fabricado com uma combinação de ferro, alumínio, borracha e outros componentes, o humanoide também chama a atenção pelo visual futurista. “O robô, por si só, já desperta muito interesse. Ele é muito instagramável e chama bastante a atenção das pessoas”, diz Sérgio Ricardo. Além de monitorar áreas do festival, o G1Plug acabou virando uma das atrações mais fotografadas da primeira noite do Rock in Rio. Entre selfies, vídeos e olhares curiosos, o humanoide mostrou que, além de vigiar, também sabe chamar a atenção do público. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
