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Candidata do PSTU ao governo de SP, Vera Lúcia defende fim das escolas cívico-militares, em entrevista

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<img src="https://s2-g1.glbimg.com/oz6UDAetaSCOjryXK8bi6kxNwA0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/n/u/49xJ42TcS5bOIZNAva0w/foto-g1-15-.png" /><br /> Vera Lúcia, candidata do PSTU ao governo de SP, em entrevista à TV Vanguarda Reprodução/TV Vanguarda A candidata Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado, do PSTU, foi entrevistada neste sábado (5) no jornal Link Vanguarda, da Rede Vanguarda, como parte da série de entrevistas com os candidatos ao governo de São Paulo nas Eleições 2026. Natural de Inajá (PE), ela se apresenta na urna como Vera Lúcia, tem 58 anos e atua como socióloga. Essa é a 11ª eleição que Vera disputa, tendo concorrido ao cargo de presidente da República nas eleições de 2018 e 2022. A rodada de entrevistas começou na última quarta-feira (2), com o candidato à reeleição Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ele havia sido convidado para participar da entrevista no estúdio do Link Vanguarda, mas avisou que não compareceria. Na quinta-feira (3), foi a vez de Fernando Haddad (PT), que participou da entrevista. Na sexta (4), a policial Edjane foi a entrevistada do jornal. A série segue neste sábado e terá novas entrevistas com os demais candidatos ao governo paulista nos próximos dias. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Durante a entrevista, a jornalista Talita França questionou Vera sobre quais motivos o eleitor pode acreditar que o PSTU é uma opção viável e também sobre a defesa da candidata ao fim das escolas cívico-militares. Na entrevista, a candidata afirmou que tem um plano voltado para as pessoas mais oprimidas na sociedade e disse que as escolas cívico-militares são 'quartéis'. Agora no g1 Veja a entrevista na íntegra: Talita França: A senhora se apresenta como oposição ao governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, e também a Fernando Haddad, do PT, partido do qual a senhora foi expulsa. Por que o eleitor deveria acreditar que o PSTU é uma alternativa viável? Vera Lúcia: Bom, primeiro porque nós temos um projeto para São Paulo, e para o Brasil também, que pode solucionar os problemas dos mais explorados e mais oprimidos dessa sociedade. Tanto Haddad quanto Tarcísio governam São Paulo e o Brasil, e a realidade que nós amargamos hoje de violência, de privatização dos serviços, de precarização dos serviços, de despejos, inclusive, é produto desses dois. Talita França: Candidata, o seu programa defende a formação de conselhos populares para definir as prioridades do governo. A senhora pode citar para a gente uma experiência desse tipo que foi bem-sucedida? Vera Lúcia: Posso citar a experiência de que as assembleias legislativas e o Congresso Nacional não governam para a maioria, e, portanto, não precisamos votar apenas no dia da eleição. Nós queremos votar no dia da eleição, mas decidir sobre o orçamento, os serviços que serão realizados e a fiscalização desses serviços. Para isso, nós precisamos decidir coletivamente, seja em conselhos populares, em assembleias, no local de trabalho, de estudo ou de moradia, de forma que o conjunto da população decida sobre os rumos desse país. Talita França: Mas as escolas cívico-militares, por exemplo, foram adotadas nas unidades em que a comunidade escolar votou e aprovou a adoção desse modelo. A senhora defende o fim dessas escolas. Não é contraditória a sua promessa de ouvir a população? Vera Lúcia: É contraditório porque a escola não é um espaço de escola civil militar. A escola não é quartel. A escola é um espaço de ensino e de conhecimento. Esse tipo de serviço se dá quando se prega uma sociedade violenta e nós queremos acabar com a violência dessa sociedade que é sobre nós. Talita França: Nosso tempo acabou. Muito obrigada, candidata. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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