Falta de profissionais de limpeza e necessidade de reforma levam MP a cobrar providências em unidade de saúde do AM
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/F-Ozrzc4hcZDYJmYBW0KOhNovdM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/W/m/yj9qjTT9CLp15Nkp5wUA/servico-de-pronto-atendimento-spa-e-policlinica-dr.-danilo-correa-foto-reproducao-google.jpeg" /><br /> Serviço de Pronto Atendimento (SPA) e Policlínica Dr. Danilo Corrêa Reprodução/Google A insuficiência de profissionais de limpeza e a necessidade de reforma do Serviço de Pronto Atendimento (SPA) e Policlínica Dr. Danilo Corrêa, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus, levaram o Ministério Público do Amazonas (MPAM) a cobrar providências da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM). O órgão quer saber se as irregularidades apontadas em fiscalização sanitária foram corrigidas. A cobrança faz parte de um procedimento aberto pela 58ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa dos Direitos Humanos à Saúde Pública (PRODHSP) para acompanhar as medidas adotadas na unidade. A SES-AM terá 15 dias para informar quais problemas foram solucionados. A secretaria também deverá apresentar as medidas previstas para recompor a equipe de limpeza e garantir a higienização regular dos setores considerados mais vulneráveis. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O Ministério Público pediu ainda um cronograma detalhado para a reforma estrutural anunciada anteriormente para a unidade. Agora no g1 A Subsecretaria de Gestão de Vigilância Sanitária (Visa Manaus), vinculada à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), também terá 15 dias para informar se as irregularidades identificadas durante a fiscalização foram corrigidas. Os problemas estão registrados no Auto de Infração nº AI-E.99.9005/2026 e no Termo de Intimação nº TI-E.99.9005/2026. O MPAM afirma que a cobrança considera o direito à saúde previsto na Constituição Federal, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado.
