Suspeito de envolvimento na morte de PM de Poá na Marginal Tietê é detido
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/1brM6lSCfc65t4s9zk3McFSTpTI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/d/9/e4wLnBT1eU0F3HOW78BA/policial-morto.png" /><br /> Policial vítima de latrocínio atuava no Alto Tietê Um homem suspeito de envolvimento na morte do policial militar Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos, foi detido na manhã desta sexta-feira (4). O cabo de Poá foi morto durante um assalto na Marginal Tietê, na Zona Norte de São Paulo, na noite de 28 de agosto. O suspeito foi levado ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) para prestar depoimento, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP). ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Segundo a pasta, a investigação continua para identificar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias do caso. LEIA TAMBÉM: Quem era o policial militar morto durante assalto na Marginal Tietê, em SP Policial militar morto durante assalto na Marginal Tietê é enterrado em Poá Relembre o caso De acordo com o boletim de ocorrência, Paulo Roberto parou o carro para verificar um problema no pneu quando foi abordado por três suspeitos. O policial Paulo Roberto Lima Pereira foi morto durante um assalto Reprodução/Redes Sociais Um agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que passava pelo local, contou à polícia que viu os homens saírem da margem do rio e se aproximarem do policial. Eles entraram em luta corporal e, em seguida, o agente ouviu disparos e viu o grupo fugir. Segundo a investigação, Paulo Roberto foi surpreendido por trás e imobilizado pelo pescoço. Durante a ação, os criminosos teriam percebido que ele era policial e tomado sua arma particular, de calibre .45. O cabo foi baleado com essa arma, que acabou levada pelos suspeitos. Ele foi socorrido e encaminhado ao Pronto-Socorro do Hospital Municipal do Tatuapé, mas não resistiu. Paulo Roberto morava em Poá, era divorciado e deixou três filhos. Ele trabalhava na Polícia Militar havia mais de 20 anos e integrava a Companhia de Ações Especiais de Polícia (Caep) do Alto Tietê. O policial foi enterrado no Cemitério da Paz, em Poá, no dia 30 de agosto. Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê
