Eleições 2026: TSE conclui assinatura digital e lacra sistemas das urnas eletrônicas
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/wHFaKVXNO4eW30nkhb27M8KwQa0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/N/Q/gtq0wwSIAmbkEybi6h3g/para-o-g1-42-.jpg" /><br /> O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerrou nesta sexta-feira (4) a cerimônia de assinatura digital e a lacração dos sistemas eleitorais que serão utilizados nas eleições deste ano. Os sistemas foram assinados pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, e por autoridades presentes. Em seguida, foram lacrados digitalmente, fisicamente e armazenados na sala-cofre do tribunal. 🔎A assinatura digital funciona como um selo eletrônico de autenticidade. Ela cria uma identificação única para cada programa usado na eleição, permitindo verificar posteriormente se o sistema é exatamente o mesmo que foi aprovado pelo tribunal. 🔎Na prática, a lacração marca o encerramento do desenvolvimento dos programas. Depois dessa etapa, qualquer alteração nos sistemas invalida a assinatura digital e pode ser detectada pelos mecanismos de fiscalização e auditoria. Agora no g1 Entre as autoridades presentes estavam o diretor da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Ministério Público e do próprio TSE. “Todo o procedimento é acompanhado por entidades fiscalizadoras, que podem verificar a integridade dos sistemas e participar de mais essa oportunidade de auditoria e fiscalização do processo eletrônico de votação", informou o TSE. "Na mesma ocasião, as entidades que desenvolveram sistemas próprios para verificação de assinatura digital também terão esses sistemas compilados, assinados digitalmente e adicionados à cópia física, também guardada na sala-cofre”, complementou. A assinatura e lacração fazem parte de uma das etapas finais do ciclo de verificação dos programas que serão usados nas votações do primeiro e do segundo turnos das eleições, marcados para 4 e 25 de outubro, respectivamente. A partir da assinatura, se houver uma alteração no arquivo de origem, ela não é mais validada. Essa medida impede que haja qualquer mudança nos arquivos assinados. A próxima fase é a geração de mídias, na qual os dados dos candidatos serão inseridos nas urnas. Na véspera do pleito, ocorre a verificação dos sistemas usados na totalização e envio dos dados. De acordo com o TSE, os processos garantem ao eleitor que o voto registrado na urna será computado de forma totalmente segura. - Esta reportagem está em atualização Urnas eletrônicas em Campo Grande. TRE-MS
