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Renan Santos defende discutir nova Constituição como resposta à crise no STF

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<img src="https://s2-g1.glbimg.com/gBGWdor_A_deMyMw133gtUjAFbs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/D/3/y0KildSBSOYforBmM5VQ/candidatos-estrangeiros.png" /><br /> Renan Santos faz pronunciamento após ter campanha digital suspensa pelo TSE Reprodução Candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos defendeu que seja discutida uma nova Constituição como resposta à crise institucional que ocorre no Supremo Tribunal Federal. "O Brasil precisa começar a discutir, não necessariamente executar, mas precisamos discutir já, uma nova Constituição. Porque, da maneira como está, a institucionalidade brasileira acabou. O pacto de 1988, do nosso livrinho, da nossa Constituição, ele acabou", disse Renan durante entrevista à CNN Brasil. Nesta quinta-feira (3), o ministro Alexandre de Moraes pediu ao presidente da Corte, Edson Fachin, a abertura de investigação contra André Mendonça. Um dia antes, na quarta (2), Mendonça retirou o sigilo de parte da investigação do Banco Master, o que inclui conversas de Daniel Vorcaro com um número atribuído a Moraes. Como resposta, o Fachin deu cinco dias para que Moraes, Mendonça, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF) prestem esclarecimentos sobre investigações ligadas ao Master e à crise da Corte. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Alexandre de Moraes pede investigação de André Mendonça Renan Santos criticou Moraes por usar o inquérito das Fake News para pedir investigação contra Mendonça. A investigação se estende há mais de sete anos e tem sido criticada por não ter prazo final estipulado. "Ele tem um inquérito que é dele e ele pode colocar e tirar pessoas no inquérito de acordo com a vontade dele para punir essas pessoas", disse Renan, ao citar que a ação ocorre "no momento em que ele está sendo investigado no maior escândalo de corrupção na história do Brasil". Além de atacar Moraes, o candidato do Missão defendeu que o próximo presidente não respeite decisões tomadas pelo ministro e por Dias Toffoli, também do STF. "Têm que ser nulas e não reconhecidas quaisquer decisões que venham desses dois ministros. Por quê? Porque todas as ações deles são endereçadas a proteger o Daniel Vorcaro e esse escândalo de corrupção bizarro", afirmou, ao tratar do Caso Master. LEIA TAMBÉM Quais crimes podem ser investigados e quem pode processar e julgar um ministro do STF? Relação entre Vorcaro e Moraes: VEJA LISTA e ENTENDA as principais revelações do relatório da PF

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