Seconci troca presidência e vice do CHS após denúncias de irregularidades
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/hfXOOmuzlImKIHqhCoosqyXIXoU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/8/P/ye7qMRRue6OGamP6C87Q/sor-serie-transplantes-2-260925-frame-12592.jpeg" /><br /> Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) é referência em captação de órgãos Reprodução/TV TEM O Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo (Seconci), organização social que administra o Conjunto Hospitalar de Sorocaba (SP), trocou nesta quinta-feira (3) os dois cargos de comando da entidade: a presidência e a vice-presidência. Há duas semanas, a Secretaria Estadual da Saúde já havia pedido o afastamento de três profissionais do Seconci: o responsável técnico pelo CHS, o gerente de relações institucionais e o gerente administrativo-financeiro. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A mudança informada nesta quinta-feira ocorre após denúncias de irregularidades na administração do hospital, que atende 48 municípios de toda a região. Agora no g1 Segundo o Seconci, no lugar da presidente Maristela Honda entra o médico Haruo Ishikawa. Já no lugar do vice-presidente José Antonio Marcondes Cesar assume Antonio Carlos Salgueiro de Araújo. Haruo Ishikawa já havia ocupado o cargo antes de Maristela. Conforme a organização social, a mudança foi feita após uma reunião do conselho deliberativo. LEIA TAMBÉM: Relatório da Câmara aponta mortes, falta de leitos e divergências financeiras no CHS em Sorocaba MP aponta irregularidades no Conjunto Hospitalar de Sorocaba e vai cobrar estado e gestora quanto a melhorias Denúncias e polêmicas No começo de agosto, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), por meio do promotor Thiago Ramos, afirmou não ter dúvidas sobre os problemas no hospital. "Nós ouvimos alguns servidores do conjunto que relataram problemas, especialmente deficiências nas equipes de enfermagem, nas equipes de limpezas, problemas estruturais, principalmente nos elevadores e na climatização do prédio. E na verdade essas informações corroboraram com informações que já tínhamos, acompanhando com órgãos de fiscalização, como Conselho Regional de Enfermagem (Coren), Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito) e Cremesp, que apontam as irregularidades e com isso, passamos a cobrar providências do Seconci e da Secretária de Estado." O representante do MP-SP também comentou sobre a sobrecarga relatada pela equipe ouvida. "Há evidentes prejuízos, servidores relatando que em muitas vezes tem que escolher entre uma função e outra, entre dar banho pro paciente ou dar medicamento pro paciente, porque não dá pra fazer tudo dentro do horário. E isso, evidentemente, causa prejuízo no atendimento à população. Além disso, os servidores trabalhando sobrecarregados, isso aumenta a pressão, aumenta o risco adversos pros pacientes, sem dúvida nenhuma." Anteriormente, a Comissão Especial de Monitoramento da Rede Estadual de Saúde da Câmara apresentou o relatório final sobre o Conjunto Hospitalar de Sorocaba. O documento de 155 páginas reuniu denúncias de mortes, sobrecarga de trabalho, falhas estruturais e inconsistências financeiras no hospital, que é gerido por uma Organização Social (OS). Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
