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Cardiologista João Jazbik é preso 14 dias após ser solto por morte da esposa em Campo Grande

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<img src="https://s2-g1.glbimg.com/XlHDP4LW6fO677fCCpPiQqaCz5Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/y/J/q5jhSwTB6IBdwJAuF7aw/design-sem-nome-2026-05-19t151428.391.jpg" /><br /> João Jazbik Neto, dentro da sua casa em Campo Grande, e policiais com armas apreendidas. Willian Guedes/TV Morena v O cardiologista João Jazbik Neto, de 78 anos, foi preso novamente nesta quinta-feira (3), em Campo Grande, 14 dias após ser solto pela Justiça. Ele é investigado pelo feminicídio da esposa, a fisioterapeuta Fabiola Marcotti, de 51 anos, morta com um tiro na cabeça em maio deste ano. João havia deixado a prisão em 20 de agosto, após a defesa conseguir um habeas corpus. Ele estava preso desde o dia 15 daquele mês. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Esta é a terceira vez que o médico é preso desde a morte de Fabiola, em 18 de maio, na chácara onde o casal morava, na região da Chácara dos Poderes. Fabiola foi encontrada morta com um tiro na cabeça. João acionou a polícia e afirmou que a esposa havia tirado a própria vida. Ele nega envolvimento na morte. Durante a investigação, porém, a Polícia Civil concluiu que a fisioterapeuta foi vítima de feminicídio. Uma perícia apontou que a lesão na cabeça da vítima não era compatível com a versão apresentada pelo médico. Agora no g1 Prisões anteriores João foi preso pela primeira vez logo após a morte da esposa, por suspeita de fraude processual e posse irregular de arma de fogo. Segundo a investigação, ele teria pedido a um caseiro e a um ex-funcionário que levassem um armário com armas e munições para outro imóvel da propriedade. Ele foi solto em 23 de maio, com tornozeleira eletrônica. Em 15 de agosto, o cardiologista voltou a ser preso durante a investigação do feminicídio. No dia 20, seis dias depois, a Justiça concedeu habeas corpus apresentado pela defesa e determinou a soltura. A defesa sustenta que João é inocente e afirma que Fabiola deixou registros em um diário que indicariam ideação suicida. Os laudos da investigação são contestados pela defesa em manifestações anteriores. Esta reportagem está em atualização Veja mais vídeos do Mato Grosso do Sul

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