Simone Tebet propõe cortar pela metade as emendas parlamentares e distribuir R$ 30 bilhões aos municípios
<img src="https://s2-g1.glbimg.com/On3CWzArK9jw-25KWF1npE74Ygg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/3/u/GJtfKTRLKAnGZIwNGQEg/whatsapp-image-2026-09-03-at-09.43.33.jpeg" /><br /> Candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB) se encontrou com apoiadores no centro de Bauru Paulo Piassi/g1 A candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB) disse que uma das suas propostas prevê reduzir a verba destinada a emendas parlamentares e distribuir esse valor diretamente os municípios. Segundo a candidata, atualmente são R$ 60 bilhões e boa parte não chega aos municípios por causa da corrupção. Tebet cumpre agenda de campanha no centro-oeste paulista nas cidades de Bauru e Jaú nesta quinta-feira (3). Durante caminhada com apoiadores, entre eles o ex-prefeito de Bauru e candidato a deputado federal Rodrigo Agostinho (PSB), a candidata ao senado falou sobre a proposta para a verba das emendas parlamentares. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp “Eu estou assumindo o compromisso de apresentar um projeto que pode até alterar a Constituição Federal, porque é muito simples, hoje nós temos R$ 60 bilhões em emendas parlamentares, que inclusive geram toda sorte de corrupção. Metade disso, R$ 30 bilhões, seriam suficientes para redistribuir proporcionalmente ao tamanho da cidade para todos os municípios de São Paulo e do Brasil”, afirma. Ainda sobre as emendas parlamentares, Tebet reforçou a importância de uma melhor redistribuição desses recursos e repasse direto para os municípios, com fiscalização dos órgãos competentes do uso desses valores. Veja os vídeos mais acessados no g1 Agora no g1 “Estou falando de R$ 4 bilhões, pelo menos, só para o Estado de São Paulo e, consequentemente, na proporção para Bauru e região. Isso significa dinheiro na veia dos prefeitos. Quer dizer, ao invés de ter corrupção e vindo pelo caminho, o dinheiro chega direto para a drenagem, para a infraestrutura, para a tapa-buraco, para o remédio, para a saúde, para a educação, para o combate à segurança, à violência”, diz. “E, a partir daí, a sociedade, o cidadão, o vereador, o Ministério Público, o Tribunal de Contas, poderem fiscalizar o dinheiro que chega a mão do prefeito e da prefeita”, completa. Segurança Pública e combate à violência contra a mulher Candidata participou de uma caminhada pelo Calçadão da Batista de Carvalho, centro comercial de Bauru Paulo Piassi/g1 Também durante o compromisso de campanha no centro de Bauru, Simone falou sobre as propostas para a segurança pública, com destaque para o combate à violência contra a mulher. A candidata criticou as medidas existentes atualmente e propôs estender as delegacias de defesa da mulher funcionando 24h em todos os municípios do estado. “Me comprometi a colocar recurso na mão do Governo do Estado para que todas as delegacias das mulheres fiquem abertas 24 horas por dia, 7 dias na semana, como é o caso de Bauru. O Bauru já é, mas se você olhar, ela atende mais ou menos 20 cidades, ou seja, tem 20 cidades ao redor em que a mulher violentada, machucada, estuprada, quase à beira da morte tem que sair da sua cidade para vir aqui numa madrugada ou no final de semana, ela não vai vir nunca.” Sobre o crime organizado, Tebet defendeu que o Governo Federal deve assumir o combate às organizações criminosas e também mudanças no sistema prisional. “Aprovar o projeto que coloca a coordenação do combate ao crime organizado, PCC e Comando Vermelho, no Governo Federal, usando as Forças Armadas na fronteira, a Polícia Federal, a Receita Federal para sufocar o dinheiro dos chefões do crime, que são eles que colocam a arma na mão do bandido, para a gente poder, na coordenação com os Estados, Polícia Civil, Polícia Militar e Ministério Público, combater o crime organizado. Dá certo, já deu certo, uma experiência bem-sucedida entre o Governo Federal, o Governo de Estado de São Paulo e o Ministério Público na Operação Carbono Oculto”, afirma. “No mais, lugar de preso é, depois do devido processo legal, lugar de preso é na cadeia. Mas o preso tem que trabalhar e estudar.” De Bauru, a candidata segue para uma visita institucional no Hospital Amaral Carvalho em Jaú. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região
