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Lula sanciona projeto que estende para as UPAS o atendimento a urgências cardiovasculares

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<img src="https://s2-g1.glbimg.com/tJ8tx9RAfvEE9mJiJqBAJ0e2xAU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/C/l/RFZBlMSt2wGzSp9VnDyg/globo-canal-4-20260901-2000-frame-179540.jpeg" /><br /> O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta quarta-feira (2) o projeto que amplia o atendimento de urgências cardiovasculares no Sistema Único de Saúde (SUS). Com a medida, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) passam a contar com medicamentos trombolíticos em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Esses medicamentos são usados para dissolver coágulos que bloqueiam a circulação do sangue. Em determinados casos, como no infarto, o tratamento pode ajudar a restabelecer o fluxo sanguíneo e reduzir os danos ao coração. O objetivo é reduzir as mortes provocadas por doenças cardiovasculares e ampliar o acesso ao tratamento, principalmente para pessoas que vivem longe de hospitais com estrutura especializada (leia mais abaixo). Agora no g1 A rapidez no atendimento é fundamental porque, em emergências cardiovasculares, quanto maior o tempo entre o início dos sintomas e o tratamento, maior o risco de complicações, sequelas e morte. Nesses casos, a possibilidade de administrar o trombolítico ainda na UPA pode antecipar o início do atendimento, sem que o paciente precise esperar a transferência para uma unidade hospitalar especializada. Segundo a proposta, as novas regras deverão ser implementadas em até 180 dias após a sanção. Esse período servirá para a adaptação do SUS e das unidades de atendimento aos novos protocolos. O texto havia sido aprovado pelo Senado Federal em agosto de 2026. Na ocasião, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) enviou a Lula um pedido de urgência na sanção da medida. Na carta, a entidade destacou que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no país e chamou atenção para a importância do atendimento rápido em casos de infarto. Segundo a SBC, parte da população, principalmente quem vive fora dos grandes centros urbanos, não consegue chegar a tempo a hospitais que oferecem hemodinâmica. Para esses pacientes, o uso de trombolíticos nas próprias UPAs pode permitir que o tratamento seja iniciado dentro do período considerado adequado para reduzir os danos provocados pela interrupção do fluxo de sangue para o coração. Presidente Lula, que concorre à reeleição pelo PT, cumpre agenda em Brasília Jornal Nacional/ Reprodução

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