Cinco lições a tirar das acampadas e da reação do Estado
Fazer barulho e pisar o risco resulta para pôr um tema na agenda. Reprimir segundo critérios ideológicos e táticos é um mau precedente. A dose de força para zelar pela ordem pública é um dilema político e reduzi-lo à interpretação de um decreto ou sentença é pobre. As assembleias populares não são a democracia. E a moderação está viva em Belém e na maioria silenciosa.
