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​CNAD acolhe exposição “Encantaria – Corpo-Território (Ara-Àiyé)”

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Segundo uma nota da CNAD, a exposição parte do encontro de memórias, culturas e ancestralidades afro-indígenas, estabelecendo diálogos entre diferentes territórios, com referências ao Rio Grande do Sul, à Bahia e ao Pará. A mesma fonte realça que, através de expressões visuais, os artistas exploram o corpo como território de memória, identidade e transformação, evocando as relações entre natureza, espiritualidade e herança ancestral. “Encantaria: Corpo-Território (Ara-Àiyé) propõe uma reflexão sobre os caminhos da ancestralidade, os encontros entre culturas e a preservação das memórias que atravessam gerações e territórios, reafirmando a ligação entre os corpos, a terra e as forças da natureza”, refere. Juruna é artista da performance e produtor cultural. A sua prática une ancestralidade, espiritualidade afro-brasileira, ecologia e periferia como gesto de resistência e reencantamento dos territórios. Cofundador da Umbuntu (Alvorada/RS), coordena o projeto NUCAQ - Núcleo de arte contemporânea quilombista. Baraúna é artista audiovisual soteropolitano, graduado em Comunicação Social pela UNEB e radicado no Sertão dos Tocós (BA). Transita entre fotografia, videoarte e poesia, inspirado pela espiritualidade afro-indígena. Premiado na IV e V Mostra de Vídeos Universitários da UNEB (2024 e 2026). Integrou o Festival de Cinema Estudantil Bahia em Cena (2025) e a segunda edição do Rota Festival de Audiovisual em Feira de Santana (2026). Participação viabilizada pelo programa Funarte Brasil Conexões Internacionais "Encantaria: Corpo-Território (Ara-Àiyé)", exposição de Juruna e Baraúna, no Mindelo. Apoio: Funarte | Ministério da Cultura – Governo do Brasil.

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