Francisco Carvalho garante que está a acompanhar o desenrolar da “Operação Shark”
Em declarações aos jornalistas, na Praia, Francisco Carvalho afirmou que a justiça deve funcionar de forma livre e autónoma. “É evidente que nós estamos a acompanhar esta e outras situações porque é papel do Governo acompanhar de uma forma permanente a situação no país. Eu quero garantir aqui dois aspectos essenciais, nós defendemos que a Justiça funcione de forma livre, autônoma, sem qualquer tipo de pressão. Por outro lado, nós garantimos às populações, garantimos a todos os caboverdianos que o Hospital Agostinho Neto vai continuar a funcionar normalmente. É preciso que todos os cabo-verdianos percebam que o Hospital Universitário Agostinho Neto vai continuar disponível a funcionar normalmente de modo a garantir o acesso aos cuidados de saúde de que a população tem necessidade”, afirma. De acordo com informações divulgadas na tarde desta quarta-feira pela Polícia Judiciária, foram detidos 17 homens e três mulheres, com idades entre os 20 e os 60 anos. Durante a operação, foram apreendidas duas armas de fogo, munições, quantidades não divulgadas de cannabis e cocaína, além de viaturas e equipamentos eletrónicos. Recorde-se que a “Operação Shark" já tinha resultado na detenção de 12 pessoas, em julho, por suspeitas de envolvimento numa rede de tráfico de droga com ligações internacionais.
