Viposa integra inovação e sustentabilidade na indústria do couro
Na indústria, inovação não se resume ao desenvolvimento de novos produtos. Também está presente na modernização de equipamentos, na digitalização, na revisão de processos e na busca por formas mais eficientes de utilizar energia, água, matérias-primas e outros recursos essenciais. Para empresas com décadas de história, inovar também significa conciliar o conhecimento acumulado com a capacidade de acompanhar transformações tecnológicas, regulatórias e de mercado. Na prática, essa evolução envolve incorporar novas tecnologias, rever continuamente seus processos e responder às mudanças nas demandas dos clientes. Com mais de sete décadas de atuação, a Viposa associa inovação à busca por resultados concretos em sua operação industrial. A modernização de equipamentos, a digitalização de informações e a revisão de processos são utilizadas para melhorar o controle da produção, reduzir desperdícios e ampliar a eficiência no uso de recursos. Digitalização e modernização dos processos A evolução tecnológica de uma fábrica não acontece com um único salto, mas com avanços constantes de múltiplas etapas interligadas à rotina fabril. A modernização dos equipamentos permite ampliar o controle dos parâmetros de produção e melhorar o aproveitamento da água, da energia, de insumos e matérias-primas essenciais para a produção. A digitalização, por sua vez, transforma as informações geradas nos processos em dados que podem apoiar decisões e identificar oportunidades de melhoria. A automação e as novas tecnologias também podem contribuir para reduzir a exposição dos colaboradores a atividades de maior risco, enquanto a revisão contínua dos processos abre espaço para ganhos de qualidade e eficiência. Para a Viposa, esse processo produz efeitos concretos na operação. Segundo o CEO, Eduardo Seleme, inovar significa "produzir melhor, reduzir desperdícios, melhorar qualidade e segurança, utilizar menos recursos e responder mais rapidamente às necessidades dos clientes". A lógica também se aplica ao desenvolvimento de produtos e à revisão dos processos. "A modernização dos equipamentos permite maior controle dos parâmetros de produção e melhor aproveitamento de água, energia, matérias-primas e insumos. A digitalização transforma informações do processo em dados que apoiam decisões e identificam oportunidades de melhoria. Ao mesmo tempo, automação e novas tecnologias podem reduzir a exposição dos colaboradores a atividades de maior risco. São décadas de conhecimento acumulado, mas entendemos que experiência só gera valor quando é utilizada como base para continuar evoluindo", aponta Eduardo. Energia, água e gestão de resíduos A redução dos impactos ambientais na operação industrial depende de uma série de decisões relacionadas a energia, água, matérias-primas e processos produtivos. Em todas as suas unidades, o uso de insumos e o controle de descartes estão entre as frentes da estratégia. Além da captação e reaproveitamento de água pluvial, a redução do consumo, a separação, recuperação, reciclagem ou reutilização de resíduos é realizada sempre que tecnicamente possível, enquanto os demais recebem destinação ambientalmente adequada. "A redução da pegada ambiental não depende de uma única tecnologia. Ela é resultado de decisões integradas sobre energia, água, matérias-primas, resíduos, efluentes e processos produtivos. Na área energética, ampliamos a utilização de fontes renováveis e buscamos continuamente eficiência. Em suas unidades, o parque solar atende aproximadamente a 30% da demanda energética. Também investimos em tecnologias e equipamentos que proporcionam maior precisão nos processos e melhor utilização dos recursos. O objetivo é avançar continuamente, reduzindo impactos sem comprometer qualidade, segurança e eficiência", afirma o Seleme. Pesquisa e desenvolvimento Mudanças tecnológicas, regulatórias e de mercado também são fatores que influenciam a evolução dos processos industriais. Segundo a empresa, algumas demandas de clientes, certificações de qualidade e exigências de mercados internacionais surgem antes mesmo de se tornarem obrigações legais, o que exige acompanhamento contínuo dessas transformações. Para uma indústria com décadas de atuação, acompanhar essas mudanças significa agregar o novo usando o conhecimento acumulado como ponto de partida. Eduardo conta que "na Viposa, a experiência acumulada funciona como uma base para a evolução, e não como uma barreira à mudança". Nesse contexto, pesquisa e desenvolvimento precisam permanecer próximos da realidade da fábrica e das necessidades dos clientes, buscando soluções relacionadas à qualidade, eficiência, segurança, redução de desperdícios e desenvolvimento de novos produtos. "Acompanhamos continuamente as exigências dos clientes, as tendências dos mercados internacionais, as certificações e a evolução regulatória. Muitas dessas demandas avançam antes mesmo de se tornarem obrigações legais. Para nós, antecipar tendências é uma forma de manter a competitividade e preparar a empresa para o futuro", finaliza o Diretor Executivo. Depois de 72 anos de atuação, a experiência acumulada pela Viposa foi integrada às novas tecnologias, à digitalização e à revisão contínua dos processos operacionais. Na visão estratégica da empresa, inovação e sustentabilidade fazem parte de um mesmo movimento de expansão da operação industrial. Conheça mais sobre as iniciativas de sustentabilidade da Viposa em https://institucional.viposa.com.br/sustentabilidade/.
