Aos 70 anos, Oswaldo Montenegro vai de Dolores Duran a Chico Buarque em 'Serenata', álbum no estilo voz e piano
Oswaldo Montenegro canta 'Valsinha' (1971) e 'A noite do meu bem' (1959) no álbum 'Serenata' entre regravações de músicas do repertório do artista Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Aos 70 anos, Oswaldo Montenegro tem mantido a média de um álbum por ano. Transitando entre releituras da própria obra e eventuais apresentações de músicas inéditas, o cantor e compositor segue em contínua atividade nos palcos e nos estúdios. “Serenata” – álbum lançado pelo artista ontem, sexta-feira, 23 de outubro – é um disco de voz e piano em que Montenegro revisita o cancioneiro autoral entre incursões pelos repertórios de Chico Buarque – de quem regrava “Valsinha” (1971), parceria de Chico com Vinicius de Moraes (1913 – 1980) – e Dolores Duran (1930 – 1959), compositora da qual o artista dá voz à obra-prima “A noite do meu bem” (1959). O cantor se acompanha ao piano em clima intimista. Antecedido pelo single “Como se estivesse fora”, lançado em 16 de outubro com a gravação dessa parceria de Montenegro com Mongol (1957 – 2021) apresentada originalmente em 1980, o álbum “Serenata” tem repertório dominado por canções da extensa discografia do artista. “Lua e flor” (1984) é a mmais conhecida ao lado de “Agonia” (Mongol, 1980). Músicas como “A voz da tela” (Oswaldo Montenegro e Márcio Guimarães, 1995), “Estrela de neon” (Mongol, 1992), “Luzes acesas” (2023) – bissexta e recente parceria de Montenegro com Raimundo Fagner – e “Rasura” (1999) também figuram entre as 15 faixas do álbum “Serenata”. Capa do álbum 'Serenata', de Oswaldo Montenegro Divulgação
