Pediatra que morreu em Goiânia sentiu dores fortes quando se preparava para ir à confraternização de residentes, conta irmã
Pediatra dedicou 30 anos à medicina A médica Katiuscia Faria Alves de Oliveira, de 52 anos, que morreu após passar mal em Goiânia, sentiu dores fortes quando se preparava para ir a uma confraternização de colegas residentes, segundo a irmã, Janaína Faria. Em entrevista ao g1, ela contou que acompanhou a pediatra quando ela procurou atendimento médico de urgência logo após o surgimento dos sintomas. "Ela estava se preparando para ir ao almoço de confraternização dos médicos residentes. Tinha dado plantão na noite anterior, mas não reclamou de nada", contou a irmã. Pediatra que morreu após passar mal dedicou 30 anos à medicina e ajudava famílias fora do consultório; 'Foi um anjo na terra', diz irmã Segundo Janaína, o quadro evoluiu com rapidez, sem que houvesse resposta às medicações administradas no hospital. "Ela só reclamou da dor no sábado, foi tudo muito rápido. Eu estava com ela no hospital e ela estava comigo quando teve a parada. Ela estava com muitas dores no estômago, tão fortes que a medicação que deram para ela não estava fazendo efeito. De repente, do nada, ela teve a parada e não voltou", desabafou Janaína. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Katiuscia morreu no último sábado (17) após passar mal e sofrer uma parada cardiorrespiratória súbita no Hospital Santa Helena, em Goiânia. Segundo a Maternidade Nascer Cidadão, na capital, onde trabalhava havia anos, a pediatra cumpriu seu último plantão na unidade na noite de sexta-feira (16), horas antes de passar mal. Médica Katiuscia Faria Alves de Oliveira dedicou 30 anos à medicina Arquivo Pessoal/Janaina Faria Dedicação à medicina De acordo com Janaína, a irmã se formou aos 22 anos e dedicou três décadas à medicina e à assistência a recém-nascidos em estado grave. Além da carreira consolidada em UTIs neonatais, a dedicação da médica às famílias ultrapassava os limites dos consultórios e hospitais. "Ela ajudava tanta gente. Quando tinha consultório, atendia telefone de madrugada e ia até a casa das pessoas para consultar as crianças. Estava sempre pronta para ajudar a conseguir uma vaga de UTI ou internação para quem não tinha dinheiro", relatou a irmã da médica, Janaína. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
