TJMG nega liminar e mantém presa suspeita de esfaquear faxineira em Cambuquira, MG
Justiça mantém prisão preventiva de mulher suspeita de esfaquear faxineira em MG O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o pedido liminar para libertar Larissa Fonseca da Silva, suspeita de esfaquear uma faxineira em Cambuquira (MG). Ela permanece presa preventivamente em Três Corações (MG). 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram No pedido de liminar, a defesa questionou a audiência de custódia e alegou violações ao contraditório, à ampla defesa e à imparcialidade do juiz. Também pediu prisão domiciliar, afirmando que Larissa possui deficiência mental e psiquiátrica, faz acompanhamento médico e usa medicamentos. O desembargador Wanderley Paiva afirmou que não há elementos suficientes, neste momento, para reconhecer irregularidades ou conceder a prisão domiciliar. Segundo ele, os argumentos da defesa e os documentos médicos precisam de análise mais aprofundada. TJMG nega liminar e mantém presa suspeita de esfaquear faxineira em Cambuquira, MG Claudemir Camilo / EPTv O relator pediu informações à autoridade apontada como coatora. Depois, o habeas corpus será encaminhado à Procuradoria-Geral de Justiça antes de nova análise. Entenda o caso Segundo o processo, Larissa teria atingido a faxineira com três golpes de faca no tórax, no abdômen e na perna, em uma casa no Centro de Cambuquira, no último sábado (17). A vítima relatou que foi atacada por trás enquanto trabalhava. Ela chegou a ser internada em estado grave, mas recebeu alta na segunda-feira (19). Larissa foi localizada com uma faca e sacolas com manchas semelhantes a sangue. Na delegacia, confirmou que usou a arma, mas disse que agiu em defesa própria e não queria matar a vítima. Faxineira é hospitalizada após ser esfaqueada; mulher acaba presa em Cambuquira O caso é investigado como tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil e mediante recurso que teria dificultado a defesa da vítima. A defesa de Larissa disse que os fatos não ocorreram da forma como foi divulgado e que ainda não teve acesso aos exames de corpo de delito e boletins de atendimento médico dos envolvidos. Disse ainda que o direito ao contraditório será oportunamente exercido nos autos. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
