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Moradora do DF é alvo na Justiça por perturbação de sossego; VÍDEO mostra mulher chutando porta de vizinha

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Moradora do DF é alvo de ação na Justiça por perturbação de sossego Uma moradora de Águas Claras, no Distrito Federal, responde na Justiça por perturbação de sossego. O condomínio aguarda uma decisão sobre a possível expulsão dela do prédio. No entanto, dois juízes já negaram o pedido (veja detalhes abaixo). A situação mais recente aconteceu na manhã desta terça-feira (20). Na imagem gravada pela câmera de segurança do andar em que a mulher mora, ela apareceu enrolada em uma toalha, gritando no corredor (veja vídeo acima). Em seguida, ela esmurrou e chutou a porta da vizinha da frente diversas vezes. Outro vídeo, esse do dia 9 de setembro deste ano, mostra um comportamento parecido. A mulher, que se apresenta como advogada e tem registro ativo na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), saiu no corredor e deu murros na porta do apartamento da mesma vizinha do vídeo anterior. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. O que diz o condomínio Moradora do DF é alvo de ação na Justiça por perturbação de sossego Reprodução Moradores ouvidos pela reportagem – que não quiseram gravar por medo – dizem que os episódios são recorrentes. Em nota, o condomínio afirma que há "relatos de agressões verbais e danos materiais, que afetam a segurança e a convivência no empreendimento". "Desde o ano passado, foram aplicadas multas em decorrência de infrações às regras condominiais. Em determinadas ocorrências, também foi necessário acionar a Polícia e o Corpo de Bombeiros para atendimento e intervenção", diz. Ainda segundo o condomínio, a irmã da moradora já foi informada sobre o caso, mas a familiar disse que não se responsabilizaria pela mulher. "Também foram procurados os serviços públicos de saúde e a Defensoria Pública, em busca de orientação e apoio para a solução do caso", mas a autorização de um familiar é necessário, o que foi negado, diz o condomínio. "Separadamente, a proprietária do apartamento ajuizou ação de despejo em razão do término do contrato de locação. Esse processo também está em andamento e é distinto da ação proposta pelo condomínio." Decisão judicial O condomínio entrou na Justiça para tentar expulsar a mulher do prédio. O pedido foi negado duas vezes. Na decisão mais recente, de agosto, o juiz afirma que não há elementos capazes de alterar a decisão inicial. Os magistrados apontam que o caso "demanda maior aprofundamento probatório e observância do contraditório". Ainda segundo a decisão de agosto, é necessário aguardar a devolução do mandato de citação, ou seja, o documento oficial que informa que a pessoa está sendo processada e garantido o seu direito de defesa. A reportagem tenta contato com a mulher citada. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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