Mais de 32 mil empresas fecharam durante o governo Javier Milei na Argentina
O presidente da Argentina, Javier Milei, participa de uma reunião da coalizão política e de segurança multinacional "Escudo das Américas", à margem da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, EUA, em 22 de setembro de 2026 Charly Triballeau/Pool via REUTERS O número de empresas na Argentina diminuiu em 32.290 desde que Javier Milei assumiu a Presidência, no fim de 2023, segundo dados da Superintendência de Riscos do Trabalho (SRT) divulgados no sábado (10). O total de empregadores no cadastro passou de 512.357 em novembro de 2023, mês anterior à posse de Milei, para 480.067 em julho deste ano — uma queda de 6,3%. A queda de 6,3% corresponde à 18ª redução mensal consecutiva, mas não permite afirmar que todas as unidades tenham encerrado definitivamente suas atividades. ➡️ A SRT contabiliza unidades produtivas e empregadores que declaram ao menos um trabalhador no sistema de riscos do trabalho. Por isso, a queda do cadastro não equivale necessariamente ao número de empresas que encerraram definitivamente suas atividades: pode refletir também reestruturações, fusões, mudanças de enquadramento ou retificações administrativas. Somente em julho, o país registrou 948 empregadores a menos do que em junho. Foi o 18º mês consecutivo de queda na série. No mesmo mês, o total de postos de trabalho formais recuou em 3.485. Por que milhares de empresas estão fechando na Argentina e o que isso revela sobre a economia na era Milei? Agora no g1
