Cidade Velha recebe a primeira edição do Festival Internacional de Contos
Durante três dias, o festival reúne contadores de histórias, artistas, educadores e mediadores de diferentes geografias, criando um espaço de encontro entre tradição oral, memória, criação contemporânea e transmissão entre gerações. Este festival contará com a presença de Cabo Verde (Santo Antão, São Vicente, Sal e ilha de Santiago), São Tomé e Príncipe, Moçambique, Brasil, Portugal e outras geografias ligadas ao Festival cruzam vozes (Timor leste e Angola em formato online), experiências e modos de contar, num programa que passa pelas escolas, pela Cidade Velha e por diferentes espaços de encontro do município de Ribeira Grande de Santiago. Contos, Marionetes, oficinas, investigadores, rodas de histórias, ciclo de conferências e reflexão, Tabanka, palavra e tradição oral fazem parte de um festival que nasce com vontade de aproximar pessoas, territórios e gerações. O evento é organizado pela RJ ANIMA - Associação de Dinamização Ambiental, Social e Cultural, em articulação com o município de Ribeira Grande de Santiago - Cabo Verde, e parceiros. Segundo a organização, a programação atravessa diferentes espaços e públicos do município de Ribeira Grande de Santiago, passando pelas escolas, pela Cidade Velha e por outros lugares de encontro com a comunidade. No dia 18 de Outubro, Dia Nacional da Cultura e das Comunidades, o festival prossegue na Hidrobase, na Calheta de São Martinho, num dia dedicado à palavra, ao mar, ao lançamento do terceiro livro da trilogia Stória, à memória e ao encontro, reunindo participantes, parceiros, convidados e comunidade. Esta primeira edição, presencialmente cruza vozes e experiências ligadas a Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Brasil, Moçambique e Portugal, Timor-Leste e Angola, em formato online, num diálogo entre diferentes formas de contar, escutar e transmitir histórias. A organização sublinha que o festival pretende criar um lugar onde as histórias possam circular entre pessoas, ilhas, países e gerações, valorizando a oralidade enquanto património vivo e prática contemporânea de encontro.
