OEA enviará autoridades de outros países para acompanhar votação no Brasil no próximo domingo
A Organização dos Estados Americanos (OEA) anunciou uma comitiva estrangeira formada por representantes de ao menos três países que irá acompanhar a votação do próximo domingo (4) no Brasil, quando os eleitores irão às urnas votar para presidente, governador, senador e deputados. Em agosto, a entidade já havia informado que iria atuar como observadora internacional das eleições no Brasil - assim como também atuará nas eleições neste domingo no Paraguai e no Peru. Conforme a OEA, vão integrar a comitiva, entre outros: José Miguel Insulza, ex-ministro das Relações Exteriores do Chile; Eladio Loizaga, ex-ministro das Relações Exteriores do Paraguai; Agustín Espinosa Lloveras, ex-embaixador do Uruguai no Brasil. É comum no processo eleitoral brasileiro que entidades nacionais e estrangeiras atuem como observadoras. Agora no g1 No contexto internacional, além da própria OEA, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) convidou a União Europeia a mandar observadores, assim como o Parlamento do Mercosul, a Liga dos Estados Árabes e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). “Além de fortalecer o controle social sobre as eleições, a atuação de observadores independentes amplia a oferta de informações técnicas e qualificadas sobre o processo eleitoral”, informou o TSE. Eleições 2026 no Amazonas - urna eletrônica Divulgação/TRE-AM Agenda da OEA no Brasil Conforme a OEA, durante a permanência da comitiva internacional no Brasil, haverá encontros com autoridades do governo brasileiro e da Justiça Eleitoral. “Durante a visita, a delegação se reunirá com autoridades eleitorais e governamentais, líderes políticos, representantes dos diversos candidatos, organizações da sociedade civil e membros da academia para coletar diferentes perspectivas e obter uma compreensão abrangente do processo eleitoral”, informou a entidade. Segundo a organização, após o término da votação, os observadores apresentarão os relatórios com conclusões e recomendações, “com o objetivo de fortalecer ainda mais os processos eleitorais nos países anfitriões”.
