JBS aprova pedido para fechar capital de subsidiária brasileira, mas grupo segue na B3 por meio da JBS N.V.
Unidade da JBS em Goiás. Divulgação/JBS A JBS S.A., subsidiária brasileira do grupo JBS, aprovou nesta segunda-feira (21) o pedido de cancelamento de seu registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Se o órgão autorizar, a empresa passará a ter capital fechado. A medida não significa que o grupo JBS deixará a bolsa de valores brasileira, a B3. A companhia continuará listada no país por meio da JBS N.V., sua controladora, sediada na Holanda. As ações dessa empresa são negociadas na Bolsa de Nova York, a NYSE. No Brasil, os investidores compram e vendem BDRs, certificados que representam essas ações, na B3. Essa divisão foi estabelecida em junho de 2025, na reorganização que permitiu ao grupo negociar seus papéis no Brasil e nos EUA, a chamada dupla listagem. Na ocasião, os acionistas passaram a deter participação na JBS N.V., que assumiu o controle indireto da JBS S.A. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Agora, a subsidiária brasileira busca encerrar seu registro na CVM. A decisão foi aprovada em assembleia de acionistas e também recebeu autorização dos investidores que detêm debêntures da empresa. ➡️ Debêntures são títulos de dívida: ao comprá-las, o investidor empresta dinheiro à companhia em troca de uma remuneração, nas condições previstas no contrato. Segundo o comunicado da JBS, se a CVM aprovar o cancelamento do registro, a negociação dos títulos dessa emissão em mercados regulamentados ficará restrita a investidores profissionais, categoria que inclui bancos, fundos de investimento e pessoas ou empresas com mais de R$ 10 milhões aplicados. JBS inaugura centro de pesquisa e desenvolvimento no Sapiens Parque
